surgiu em um pedacinho de papel,tímido…
através de um portador.
sem rosto,era só morena,e de oculos vermelhos.
era sem nome.
tão inusitados quanto o espaço em que me apareceu foram meus sentidos depois de conhecer os dela.
eu que era tão blindada em abstrações…eu,tão certa de que só fazia sentido ter o mundo pra chamar de meu,descobri em uma mistura de etnias,certas definições;simples como são os sorrisos.
eu toda palavra e ela toda silencio.
eu convicta que era,me derreto hoje em dia,por um sorriso e um par de covinhas.
tão ela,tão dela.
acho que há tempos meus sorrisos nao eram tao honestos.
declaro terminantemente fechadas,minhas portas pro desalinho.